terça-feira, 30 de agosto de 2016

Macabros casos de canibalismo


Nessa matéria vocês irão conferir um pouco das excentricidades do ser humano, como por exemplo no caso de uma família de canibais que submetiam suas vítimas, geralmente pessoas ricas, à todo tipo de tortura e abuso para depois devorá-las, tudo isso por conta de um ódio reprimido, provavelmente por conta da desigualdade social em conjunto com perturbações mentais.

Também conhecerá o famoso caso Jarno Elg, um satanista famoso por supostamente criar e fazer parte de uma seita satânica que ficou conhecida mundialmente por torturar, matar e comer um homem ao som de Ancient (uma banda de Black Metal).

Alguns membros dessa seita eram de menores, mas mesmo assim muitos foram condenados, são crimes chocantes que provam que não existe idade pra ter maldade na mente, confiram.


A Família Chinjon


A família Chijon foi uma gangue Sul Coreana de canibais fundada em 1993, nas proximidades de Seul. Seu fundador, Kim Ki-hwan, um ex-presidiário, e outros seis ex-prisioneiros e trabalhadores desempregados, compartilhavam um grande rancor em relação as pessoas ricas. Por conta deste ódio, eles decidiram que deveriam exterminá-las, o fazendo da pior maneira possível.

Durante um ano, eles sequestraram pessoas que dirigiam super carros ou que faziam compras em lojas de grife. A quadrilha pedia resgate das vítimas, mas elas nunca eram entregues. Ao invés disso, eles a torturavam e a matavam. Posteriormente, algumas vítimas eram desmembradas e os integrantes da gangue comiam algumas das partes. O grupo acreditava que isso lhes dava coragem e lhes forçava a “renunciar a sua humanidade”.

Depois de matar e comer as vítimas, eles queimavam os pedaços do corpo que sobravam em um incinerador no porão do seu esconderijo.

A família Chijon foi presa em setembro de 1994, depois que uma mulher que foi sequestrada, conseguiu escapar. Ela havia sido estuprada, forçada a atirar em um outro homem e a segurar a cabeça de seu amigo enquanto ele era sufocado até a morte por um saco plástico.

Quando a família Chijon foi condenada, os integrantes do grupo deram entrevistas a um canal de televisão. Nenhum dos assassinos mostrou qualquer traço de remorso. Um disse aos repórteres de televisão antes de seu julgamento que seu único arrependimento foi que ele não tinha matado mais crianças ricas. Outro membro da gangue, Kim Hyon-yang de 22 anos, disse: “eu sinto uma raiva reprimida e profunda pensar de que eu não pude matar todas as pessoas ricas".


Caso Jarno Elg



O caso Jarno Elg é considerado por muitos o pior crime da Finlândia. Em Outubro de 1998, uma perna humana foi encontrada em um depósito de lixo na cidade de Hyvinkaa. Pouco tempo depois, a parte do corpo foi ligada a quatro jovens satanistas, Jarno Sebastian Elg de 24 anos, Terhi Johanna Tervashonka de 17 anos, Mika Kristian Riska de 20 anos, e uma garoto não identificado de 16 anos. 

Depois de presos, o quarteto admitiu ter matado um homem de 23 anos de idade.
Tal homem foi supostamente torturado durante horas, enquanto os assassinos ouviam o álbum The Chronicle Cainian, discografado pela banda de black metal da Noruega, Ancient. 

Durante a cerimônia, os jovens comiam pedaços do corpo da vítima. Depois da tortura, o homem teve o rosto coberto por uma fita adesiva, sufocando-o. O crime foi incrivelmente horrível, sendo banido da mídia por 40 anos. Os três membros mais velhos do grupo foram considerados culpados. 
O garoto de 16 anos não foi condenado porque se acreditava que os mais velhos o tinham obrigado a participar do ato. Elg foi condenado a prisão perpétua, Tervashonka foi condenada a oito anos e seis meses, e Riska dois anos e oito meses.


Depois de ser libertada da prisão em 2007, Tervashonka foi novamente presa por assassinato, matando um homem durante uma discussão, batendo-lhe no pescoço com um gancho.


Adaptado por David Alves
Fonte: Minilua