sexta-feira, 10 de julho de 2015

Marilyn Manson

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Marilyn Manson (nome artístico de Brian Hugh Warner; Canton, 5 de janeiro de 1969) é um músico americano, líder e vocalista de uma banda epônima de Metal Industrial, conhecido por sua personalidade escandalosa e controversa. Seu nome artístico foi formado a partir dos nomes Marilyn Monroe e Charles Manson, mostrando o que ele considerava o último e mais perturbante dualismo da cultura estadunidense. (A beleza de Marilyn e o horror de Manson) Marilyn Manson, além de músico, também é pintor e já fez diversas pontas como ator em alguns filmes - além de dirigir curta-metragens. 


Definitivamente Marilyn Manson é um artista completo e sem limites.



Biografia

Infância e adolescência


Filho único de Barbara e Hugh Warner - e primo de quarto grau do comentarista conservador Pat Buchanan, Marilyn Manson nasceu em Canton, Ohio, no dia 5 de janeiro de 1969.


Tendo um pai católico e uma mãe episcopal, Brian estudou na escola Heritage Christian School do primeiro ao décimo ano.



Mais tarde foi transferido para o Cardinal Gibbons High School, em Fort Lauderdale, Florida. Formou-se em 1987, e tornou-se um estudante no Broward Community College em 1990. Manson trabalhava para uma licenciatura em jornalismo e foi ganhando experiência no campo de escrever artigos de música para a revista de estilo de vida do sul da Flórida, 25th Parallel. Algo que em minha opinião o influenciou muito no mundo musical



Carreira


Música


Manson, junto com o guitarrista Scott Putesky, formou o Marilyn Manson & the Spooky Kids na Flórida, em 1989. Enquanto a banda ainda compunha e fazia shows para pequenos públicos, Manson conheceu Jeordie White e Gregory Stephen Bier Jr. (mais conhecidos, respectivamente, como Twiggy Ramirez e Madonna Wayne Gacy) em dois projetos paralelos: Satan on Fire - uma banda de metal cristão na qual ele tocou guitarra e baixo, e Sra. Scabtree - uma banda formada em colaboração com White e sua então namorada Jessicka, onde Manson tocava bateria.


No verão de 1993, a banda (agora já chamada apenas de Marilyn Manson) chamou a atenção de Trent Reznor, que produziu o seu álbum de estréia em 1994, Portrait of an American Family, e o lançou em sua gravadora, a Nothing Records. A banda começou a desenvolver um culto de seguidores, que se tornou ainda maior com o lançamento de Smells Like Children, em 1995. Esse EP rendeu à banda o primeiro grande sucesso exibido pela MTV com "Sweet Dreams (Are Made of This)", um cover do Eurythmics lançado em 1983.


Em 1996, Antichrist Superstar (co-produzido por Trent Reznor) foi um sucesso ainda maior, levando Marilyn Manson e sua banda ao sucesso mundial.



Jon Wiederhorn do MTV.com, se referiu a Marilyn Manson em 2003 como "o único artista dos dias de hoje". E sua banda vendeu, durante esses anos, mais de 50 milhões de álbuns.


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Arte


Manson declarou em uma entrevista de 2004 com a revista iD de ter começado sua carreira como pintor de aquarela em 1999, quando ele fez peças de cinco minutos e as vendeu a traficantes de drogas. Em 13-14 de setembro de 2002, seu primeiro show, The Golden Age of Grotesque, foi realizada no Los Angeles Contemporary Exhibitions Centre. O crítico Henry Max comparou-os aos trabalhos de "materiais de pacientes psiquiátricos dada ao uso como terapia" e disse que seu trabalho nunca seria levado a sério em um contexto de belas artes, por escrito, que o valor estava "em sua celebridade, e não no seu trabalho". Em 14-15 de Setembro de 2004, Manson realizou uma segunda exposição na primeira noite em Paris e a segunda em Berlim. O show foi chamado "Trismegisto", que foi também o título da peça central da exposição - três cabeças gigantes de Cristo pintadas em um painel de madeira antiga de uma tabela de embalsamadores.


Manson nomeou seu auto-proclamado Celebritarian Corporation. Ele cunhou um slogan para o movimento: "Vamos vender nossa sombra para aqueles que estão dentro dela."


Celebritarian Corporation é também o homônimo de uma galeria de arte de propriedade de Manson, chamado Celebritarian Corporation Gallery of Fine Art em Los Angeles para que a sua terceira exposição foi o show inaugural. De 2-17 de abril de 2007, seus últimos trabalhos foram em exposição no Space 39 Modern & Contemporary, na Flórida. 40 peças deste espetáculo viajaram para a Germany's Gallery Brigitte Schenk, em Cologne para ser exibido publicamente a partir de 28 de junho - 28 de julho de 2007. Manson foi recusado na Catedral de Colônia, quando ele estava na cidade para participar da noite de abertura. Este foi, de acordo com Manson, devido à sua composição.


Além de obras Manson ainda participou de vários jogos de vídeo games, utilizando de seu talento para deixar os games mais "vivos".



Manson revelou uma série de 20 pinturas, em 2010, intituladas Genealogias da Dor, uma exposição apresentou na galeria Vienna's Kunsthalle que o artista colaborou com David Lynch.


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Relacionamentos


Foi noivo da atriz Rose McGowan, protagonista do filme Jawbreaker. Os dois se conheceram na estreia de Gummo em 1997. Rose também apareceu no videoclipe da música de Manson, Coma White 2.0. Contudo, os dois não chegaram ao casamento e em janeiro de 2001, Rose anunciou que seu relacionamento com Manson estava terminado por causa das diferenças de estilo de vida de ambos. Rose se recusou a falar sobre o termino em público por um tempo, mas mais tarde disse que não conseguiria lidar com o abuso de drogas de Manson. "Eu percebi que este não era o estilo de vida com o qual eu queria ser casada" disse em uma entrevista. "Eu nunca fui uma garota do rock." O próprio Manson comentou: "Sabe, não estou dizendo que estou feliz sobre isso, mas acho que as pessoas têm que viver suas vidas e nenhum de nós queria mudar quem era - e acho que essa é a parte importante. No final você tem que estar feliz consigo mesmo."


Já foi casado com Dita Von Teese, artista burlesca. Os dois se conheceram após Manson ter pedido para que ela atuasse em um de seus videoclipes. Dita não pôde participar, mas no 32.º aniversário de Manson, em 2001, ela foi até à sua casa com uma garrafa de absinto e a partir daí os dois se tornaram um casal. Manson fez o pedido de casamento no dia 22 de março de 2004. O casamento foi uma cerimônia privada. Separaram-se em dezembro de 2006 devido a "diferenças irreconciliáveis", de acordo com Dita. Numa entrevista com o jornal The Daily Telegraph, Von Teese disse "Eu não era partidária de suas festas ou de seu relacionamento com outra garota. Por mais que o amasse, eu não iria fazer parte disso". A outra garota acreditava-se ser a atriz Evan Rachel Wood, (protagonista do filme Thirteen), com a qual Manson continuou o relacionamento após o seu divórcio, apesar dos comentários mordazes dos críticos. Von Teese também disse que deu a Manson um ultimato, mas que "não funcionou, pelo contrário, eu me tornei a inimiga". Wood participou do videoclipe Heart-Shaped Glasses, música que foi feita para a própria. Em 2008, os dois se separaram após Wood ter recusado ao pedido de noivado feito por Manson.


Teve um breve relacionamento com a atriz de filmes pornográficos Stoya, de março a novembro de 2009. Em dezembro do mesmo ano ela anunciou em seu Twitter: Nós simplesmente não éramos certos um para o outro. Só porque nos divertimos não quer dizer que fomos feitos para algo duradouro. C'est la vie.


No mesmo ano reatou com Wood e em 2010 ficou noivo da atriz. Também não chegaram ao casamento e romperam o noivado meses depois.



Manson recentemente foi ligado romanticamente com a fotógrafa americana Lindsay Usich, que é creditada como fotógrafa de seu álbum Born Villain. Usich foi referida como a namorada de Manson na edição de março de 2012 da revista Revolver. No artigo é feita uma referência a uma pintura nova feita por Manson na qual aparece a fotógrafa. No dia 8 de Fevereiro 2015, foi confirmado pela fotografa o fim da relação entre os dois, ainda por motivos desconhecidos.

De todos os relacionamentos de Manson, acredito que o com a bela Dita Von Teese poderia ter dado certo, inclusive pelo que ambos tem em comum, porém a excentricidade de Manson é tamanha, o que ocasionou (e ocasiona) no termino de relacionamentos, afinal, se não lhe aceitam como você é, é melhor "sair fora".



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Obras publicadas


Manson escreveu e idealizou inúmeros livros, em alguns deles chega a retratar sua vida pessoal, desde ao envolvimento com drogas, seus relacionamentos conturbados, e fotos bastante raras.


Manson, Marilyn (1998): The Long Hard Road Out Of Hell

Reighley, Kurt B (1998): Marilyn Manson: a biography
Badailey, Gavin (1999): Dissecting Marilyn Manson
Manson, Marilyn (1999-2000): Holy Wood
Manson, Marilyn (2004): Marilyn Manson talking



Discografia


Portrait of an American Family, (1994)



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Portrait of an American Family é o álbum de estreia da banda de metal industrial Marilyn Manson, lançado em 1994 e tem Trent Reznor como co-produtor.


Na capa deste trabalho há uma foto de uma paródia a uma família americana feita de massinha. No encarte do disco há fotos da banda, letras das canções e vários dizeres para assustar crianças e chocar as pessoas. Seus singles eram as faixas "Get Your Gunn","Dope Hat" e "Lunchbox" (a canção mais conhecida, fala dos problemas do artista quando criança na escola). Já neste trabalho Manson foi censurado, por causa das letras e de fotos no encarte como uma do artista ainda criança nu segurando uma arma, mas não desistiu e depois lançou Smells Like Children.



Smells Like Children, (1995)



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Smells Like Children é um álbum de remixes da banda Marilyn Manson. O álbum foi produzido por Trent Reznor e Marilyn Manson e representa uma era cheia de drogas, abusos, turnês e experimentações sonoras para a banda. Todas as ideias e faixas para esta EP foram criadas e compostas durante a turne do álbum Portrait of an American Family e é o primeiro álbum da banda que conta com a presença do baterista Ginger Fish.


Há vários covers incluidos neste álbum, o mais famoso é o cover do Eurythmics "Sweet Dreams (Are Made of This)", que colocou a banda nas paradas de sucesso.

Sem falar nas influências da participação da banda em um talk-show de Phil Donahue no mesmo ano em que o álbum foi lançado, onde de certo modo foram alvo de críticas e rebateram com fortes argumentos.




Antichrist Superstar, (1996)



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Antichrist Superstar é o segundo álbum de estúdio da banda Marilyn Manson, gravado e lançado em 1996. As composições e a gravação foram feitas no estúdio de Trent Reznor, em Nova Orleans.

Com a proposta de "derrubar as bases do Cristianismo", é considerado álbum mais ambicioso da banda. Embora o título polêmico pudesse denunciar influências de satanismo em suas letras, Marilyn Manson diz que sua intenção desse trabalho era a de mostrar à sociedade americana que a figura do Anticristo é reflexo de uma moral cheia de falhas, e que a execução dessa moral é na verdade o próprio anticristo.


Claramente influenciado pela filosofia do super-homem nietzscheano, Marilyn Manson organizou as faixas do álbum de modo que funcionasse como uma trajetória - a sua própria - dentro da sociedade americana, percebendo, com o tempo, as irregularidades do sistema. Com isso, vai se incluindo na persona do Anticristo ao mesmo tempo que avança em sua linha cronológica.


O disco é dividido em três partes distintas, três ciclos: "O Hierofante", "A Inauguração do Verme" e "A Ascensão do Desintegrador". Cada um destes corresponde a um período da vida do cantor, ao mesmo tempo que cresce a degradação moral do superstar (numa analogia ao super-homem de Nietzsche) e a corrupção mental, tão repudiada pelo americano comum mas tão exaltada na cultura recorrente do país.


O disco encerra com a "Track 99", ou a "Untitled Track", onde Marilyn retorna todo o álbum à 1ª faixa. É uma referência direta ao Eterno Retorno de Nietzsche.


Nessa época ocorreu a saída do guitarrista Daisy Berkowitz, responsável por apenas 4 faixas do disco, sendo substituído por Zim Zum



Antichrist Superstar foi incluído no livro "1001 Albums You Must Hear Before You Die" (1001 álbuns que você precisar ouvir antes de morrer).



Remix & Repent, (1997)



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Remix & Repent é um EP com 5 faixas da banda de metal industrial Marilyn Manson, lançado em 25 de Novembro de 1997.


Contém remixes de faixas do álbum Antichrist Superstar, faixas gravadas ao-vivo durante a turnê Dead to the World, e uma versão acústica de Man That You Fear.

A arte da capa do álbum trás um símbolo que foi utilizado por Manson em alguns shows.



Mechanical Animals, (1998)



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Mechanical Animals é o terceiro álbum de estúdio da banda norte-americana de Metal Industrial Marilyn Manson, lançado em 1998, marcando o começo da banda no Glam Rock - um visível contraste com o álbum anterior, Antichrist Superstar. O álbum levou certificado de platina nos Estados Unidos, Canadá e Nova Zelândia e teve quatro singles ("The Dope Show", "Rock Is Dead", "I Don't Like the Drugs (But the Drugs Like Me)" e "Coma White"). Ficou em primeiro lugar em sua semana de estréia, sendo o primeiro álbum de Marilyn Manson a conseguir tal feito.

Este álbum foi apontado injustamente como uma das causas do Massacre de Columbine, uma vez que a grande mídia ainda não tinha conhecimento das bandas que os assassinos Dylan Klebold e Eric Harris escutavam e pelo fato de estarem usando sobretudos, coturnos e roupas pretas na hora do massacre, decidiram usar como bode expiatório a imagem de alguém que fosse mais conhecido, polêmico e tivesse um estilo semelhante. Manson então foi acusado pelos pais das vitimas de ser co-responsável.



O álbum ganhou notoriedade e vendeu muito bem em 1999, superando a expectativa dos produtores e do próprio Manson. A música Rock is Dead foi incluída na trilha sonora do filme Matrix. Com toda polêmica envolvida em torno do caso, Manson ficou ainda mais conhecido em todo mundo, tornando-se uma celebridade.



The Last Tour On Earth (Live), (1999)



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The Last Tour on Earth é um álbum ao vivo da banda Marilyn Manson com gravações das turnês Mechanical Animals e Rock is Dead.

Na versão de estúdio da faixa "The Dope Show", Manson diz que as drogas "are made in California" (são feitas na Califórnia), mas na versão ao vivo, ele diz que "drugs, they say, are made right here in Cleveland" (drogas, eles dizem, são feitas em Cleveland), sugestivamente esta faixa foi gravada em Cleveland, Ohio. "Lunchbox" foi gravada em Grand Rapids, Michigan, e "I Don't Like the Drugs (But the Drugs Like Me)" foi gravada em Cedar Rapids, Iowa. "The Last Day on Earth" foi gravada em Las Vegas na turnê Mechanical Animals, e "Get Your Gunn" foi gravada durante varias datas da turnê Rock is Dead.



O álbum inclui uma faixa gravada em estúdio, "Astonishing Panorama of the Endtimes".



Holy Wood (In the Shadow of the Valley of Death), (2000)



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Holy Wood (In the Shadow of the Valley of Death) é o quarto álbum de estúdio da banda de rock norte-americana Marilyn Manson, lançado em 2000. Possui 19 faixas e critica duramente a hipocrisia da sociedade, inclusive utilizando letras que falam indirectamente sobre o massacre de Columbine, o qual foi acusado de ter influenciado os dois jovem que cometeram o massacre.

Este álbum faz parte de uma trilogia completa em sentido inverso e, Marilyn Manson refere-se a este trabalho criativo como o tríptico. O tríptico é definido pela carreira musical e a performance da banda desde 1996 a 2001, significando a sua importância para a banda e para os fans. Este álbum pode ser caracterizado como a Evolução, o Poder, Revolução, Religião, Celebridade, Tarô, Raiva e Vingança.



Algumas letras deste álbum têm referências viradas para John F. Kennedy, Jesus Cristo e para John Lennon. Manson vê estas "figuras" como os revolucionários que se sentiu vítima da obsessão com, e sobre o foco, da violência.



The Golden Age of Grotesque, (2003)



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The Golden Age of Grotesque é o quinto álbum de estúdio da banda Marilyn Manson, lançado em 2003.


A sonoridade deste The Golden Age of Grotesque é bastante diferente de seus álbuns anteriores, graças à Tim Skold, que entrou substituindo Twiggy Ramirez no baixo. O baixo futurístico e os arranjos em geral são mais eletrônicos e criam um paradoxo com a intenção de Manson de ser um disco voltado para a primeira metade do século XX. Com isso, o teclado ganha força quando o assunto é distorcer sons e a bateria perde impacto, cedendo-se à programação eletrônica e à já utilizada bateria eletrônica. A guitarra de John 5, porém, entra mais rasgada, assim como o baixo de Skold. Essa mistura de instrumento com mixagem resulta num dos álbuns mais experimentais da banda, assim como Mechanical Animals, de 1998. The Golden Age of Grotesque é de longe, um dos melhores trabalhos da Banda.



Lest We Forget (The Best Of), (2004)



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Lest We Forget: The Best of é um álbum dos melhores êxitos lançada pela banda norte-americana de rock industrial Marilyn Manson em Setembro de 2004.


Uma nova canção foi gravada para promovê-lo, um cover de "Personal Jesus" da banda Depeche Mode. Uma versão especial inclui um DVD contendo a maioria dos videoclipes da banda lançados até então, excluindo "Tainted Love" e "Astonishing Panorama of the Endtimes".

Detalhe para a arte da capa, que é uma das pinturas de Manson, representando a si mesmo.




Eat Me, Drink Me, (2007)

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Eat Me, Drink Me é o sexto álbum de estúdio da banda Marilyn Manson, lançado em 5 de junho de 2007 ao redor do mundo. A sonoridade das músicas nesse álbum mudou, o som ficou mais limpo e mais leve. Apesar da sonoridade menos pesada do álbum, ele traz um clima muito mais sombrio, arrastado, melancólico do que os álbuns anteriores.

Posso afirmar que Manson teve grande influências da subcultura gótica para produzir esse álbum, não só pela sonoridade, mas também pelo estilo do mesmo.



The High End of Low, (2009)

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The High End of Low é o sétimo álbum de estúdio da banda Marilyn Manson, lançado a 20 de Maio de 2009. Sean Beavan, que misturou Antichrist Superstar, Mechanical Animals e Eat Me, Drink Me, é co-produtor do álbum, juntamente com Chris Vrenna. O álbum foi lançado em 25 de maio de 2009 no Reino Unido e 26 de maio 2009 nos Estados Unidos. O primeiro single do álbum, "Arma-Goddamn-Motherfuckin-Geddon", foi lançado em 18 de maio de 2009. As críticas foram mistas, tendo alguns criticado a repetitividade das músicas e a falta de brilho nas idéias, enquanto outros elogiaram um Manson mais humano após seu divórcio, e um retorno ao som do bem-recebido Mechanical Animals. O álbum estreou no número quatro nas paradas da Billboard, caindo para o número 24 e 60 em sua segunda e terceira semanas. O álbum vendeu mais de 500.000 exemplares até à data, sendo um dos menos sucedidos álbuns de Marilyn Manson.



Born Villain, (2012)

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Born Villain é o oitavo álbum de estúdio da banda de metal industrial, Marilyn Manson, lançado no dia 1 de maio de 2012, pela gravadora independente Cooking Vinyl, em parceria com o selo musical de Manson, intitulado "HELL, ETC".  Em entrevistas, Manson revelou que este álbum seria em um tom mais pesado do que as obras anteriores , descrevendo o som como um estilo "Suicide Death Metal".

Sobre a sonoridade do álbum, Manson falou exatamente como seria, uma morbidez misturada à um tipo de melancolia, esse é um dos álbuns que mais me marcaram, afinal, o ouvi constantemente após o lançamento em épocas de minha adolescência não muito agradáveis, as faixas de certo modo me confortavam, ou melhor, me confortam, especialmente a "Breaking the Same Old Ground".



The Pale Emperor (2015)

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The Pale Emperor é o nono álbum de estúdio da banda Marilyn Manson, lançado em 16 de janeiro de 2015. O mesmo conta com dez faixas, e mais três faixas bônus.

Ouvi esse álbum recentemente, e tirei uma pequena conclusão, vinte e um anos se passaram desde o lançamento do primeiro álbum de Manson, e ele continua o mesmo, apesar das mudanças constantes de um álbum para outro, a essência "Marilyn Manson" está presente em cada um desses álbuns.


The Pale Emperor me remete inúmeras coisas, assim como o Born Villain, e será um dos álbuns mais escutados desse ano (da minha parte).

O clipe da música "The Mephistopheles of Los Angeles" se mostra mais "pacífico" que os outros videoclipes de Manson, também é possível ver uma leveza na arte da capa, uma leveza distorcida, com uma pequena angústia envolvida, e assim caracterizo tal álbum, "faixas distorcidas com uma pitada de angústia e prazer em momentos de devaneios".



Filmografia

Lost Highway, como a "Estrela Pornô #1" (1997)
Jawbreaker, como "The Stranger" (1999)
Bowling for Columbine (Entrevista, 2002)
The Hire: Beat The Devil, como ele mesmo (2003)
Party Monster, como Christina (2003)
Doppelherz (Diretor, Compositor, 2003)
The Heart Is Deceitful Above All Things, como Jackson (2004)
Video-game Area 51, dublando o personagem Edgar (2005)
Rise: Blood Hunter, como Bartender (2006)
King Shot (2009)
Phantasmagoria: The Visions of Lewis Carroll, como Lewis Carroll (Diretor, Escritor, Compositor, 2010)
Tim and Eric Awesome Show, Great Job!, como The Dark Man (2010)
Splatter Sisters (Ator e Compositor) (2011)
The Wrong Cops, como David Dolores Frank (2012)
Na série "Californication" temporada 6, episódio 7 intitulado - "The Dope Show", como ele mesmo

Na série Sons of Anarchy como Ron Tully (2014)



Controvérsias

Com total certeza podemos afirmar que a vida de Manson é controversa, porém existem alguns "mitos" que surgiram em torno do mesmo, alguns foram negados e outros afirmados.


  • Segundo fãs que estavam em um show, Manson teria sacrificado um bode na apresentação. Isso nunca foi confirmado. 
  • Há relatos de que Manson jogou um cachorro para a platéia e pediu para que ela arrancasse as pernas do animal. (Na verdade isso foi confirmado, como apenas mais um mito, Manson afirmou que não faria mal a animal nenhum).
  • Anton LaVey, pastor da Igreja de Satã nomeou Manson como reverendo. “Dedicamos parte de nossas vidas a desmentir o cristianismo”. (Essa parte não posso contestar, até mesmo porque Manson tinha ligações diretas com a Igreja de Satã e o próprio LaVey em pessoa, no final da matéria vocês conferirão uma imagem de ambos juntos).
  • Manson em plena crise pessoal, decidiu cortar o rosto e as mãos por cada uma das 158 vezes que ligou para a ex-namorada.
  • Marilyn arrancou todos os dentes e colocou próteses de metal no lugar.
  • Uma vez, Manson estava drogado quando decidiu colocar LSD líquido em seu olho, ou decidiu furar o mesmo com uma agulha (não se sabe qual). Por esse motivo, sua lente de contato, na verdade seria um olho de vidro.
  • Marilyn teria retirado a “tampa” da cabeça para colocar um vidro no lugar.
  • Em um show, um dos integrantes defecou no palco, e Manson teria comido as fezes do companheiro. (Isso faz mais o estilo do punk GG Allin, que ao contrário de Manson, não era lá tão genial ou artístico).
  • Manson já declarou à imprensa que teria fumado ossos humanos num quarto de hotel com mais um amigo. 
  • Manson teria extraído uma de suas costelas para poder fazer sexo oral nele mesmo, mas algum tempo depois ele desmentiu a história: “Se eu realmente tivesse feito isso, a esta hora estaria provavelmente a dar prazer a mim próprio ao invés de estar aqui falando com você!”, declarou a uma jornalista em uma entrevista aqui no Brasil.



Existem diversas coisas excêntricas que Manson já fez, talvez incontáveis, uma bastante cômica que tive o prazer de descobrir sozinho assistindo a um show do mesmo ao vivo, no meio da apresentação Manson decide enfiar o microfone no ânus de uma das dançarinas do palco e continua cantando normalmente.

Abaixo vocês podem ver uma rara imagem de Manson com LaVey, da Igreja de Satã.

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Uma coisa que não posso negar é que Manson além de uma grande personalidade, é um grande artista, como Jon Wiederhorn falou, "Marilyn Manson é o único artista dos dias de hoje".

Algumas crianças são questionadas: "O que você quer ser quando crescer?", eu responderia, "Quero ser algo como Marilyn Manson".

Esse é um dos meus artistas favoritos e de certo modo uma das minhas maiores influências no meio artístico, fazem pouco mais que cinco anos que acompanho seus trabalhos, um tempo curto, porém o suficiente para o considerar um "Messias".

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Não posso definir o Manson é uma palavra, mas se pudesse, essa palavra seria "único", afinal, não é todo dia que se encontra um Marilyn Manson por aí.

Logo mais estarei trazendo mais algumas matérias para vocês sobre o Manson, principalmente a respeito de suas obras de arte, pinturas que muito admiro e são dignas de serem expostas em qualquer lugar, principalmente aqui no Mortalha.

E para finalizar essa matéria, deixo um dos meus videoclipes favoritos de Marilyn Manson, o Sweet Dreams, para pessoas consideradas normais, um "clipe de louco, perturbador e diabólico", para mim, uma verdadeira obra de arte audiovisual.

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