segunda-feira, 15 de junho de 2015

A repórter que cometeu suicídio ao vivo




















Trago essa notícia que encontrei no meu parceiro de horror, Noite Sinistra, eu já havia ouvido falar desse caso mas nunca parei para pesquisar a fundo se a história era realmente verídica, enfim, de qualquer maneira é bastante controversa, afinal uma crítica ao vivo seguido de suicídio é algo que dá o que falar. Enfim, confiram a matéria.


Christine Chubbuck foi uma repórter de TV americana que se matou durante um programa de televisão ao vivo na manhã de 15 de julho de 1974.


Durante os primeiros 8 minutos, Chubbuck abrangeu 3 notícias e, em seguida, a notícia de uma troca de tiros em um restaurante local.

O vídeo do tiroteio estava com problemas técnicos e não pode ser exibido, então Chubbuck encolheu os ombros e falou para a câmera: “Em consonância com a política, vou trazer o mais recente suicido no Canal 40, e ao vivo”. Ela pegou um revólver e atirou na parte de atrás da sua orelha direita. As palavras faziam alusão a nova política da emissora que estava privilegiando notícias sangrentas em seus programas jornalísticos.

Chubbuck caiu para a frente violentamente e o diretor técnico parou o programa.

O operador de câmara Jean Reed pensou que era uma brincadeira até que percebeu o estado da apresentadora. A estação rapidamente recorreu para um anúncio de serviço público e, em seguida, um filme. Alguns telespectadores ligaram para a polícia, enquanto outros ligavam para a emissora.

Ela foi levada rapidamente para o Hospital Sarasota, onde permaneceu em estado grave. Mike Simmons, diretor de jornalismo leu no noticiário da manhã do Canal 40 a nota que a própria Chubbuck escreveu sobre seu suicídio:

“She had written something like 'TV 40 news personality Christine Chubbuck shot herself in a live broadcast this morning on a Channel 40 talk program. She was rushed to Sarasota Memorial Hospital, where she remains in critical condition.'”

Ela foi declarada morta 14 horas depois. Soube-se que ela estava se consultando com um psiquiatra e estava com quadro de depressão por sentir-se solitária.
















Numa época em que não haviam vídeos cassetes e muito menos essa parafernália atual que nos permite gravar horas e volumes enormes de dados, o único documento era a fita original que desapareceu. Especula-se que ou ela foi destruída, a pedido da família, ou encontra-se até hoje nos arquivos da polícia local.

Nenhum comentário:

Postar um comentário