quarta-feira, 15 de abril de 2015

Omayra Sánchez


















Omayra Sánchez Garzón, foi uma garota colombiana que morreu em Armero vítima da erupção vulcânica do vulcão Nevado del Ruiz, então com treze anos de idade.


Depois do lahar destruir sua casa, Sanchez ficou presa sob os escombros, permanecendo assim por três dias. Sua coragem e dignidade tocou os jornalistas e os trabalhadores volutários que não mediram esforços para confortá-la. Depois de 60 horas de luta, ela morreu em resultado de uma gangrena e hipotermia. Sua morte destacou a falha de funcionários para responder à ameaça do vulcão, em contraste com os esforços de socorristas voluntários que buscavam alcançar e tratar vítimas presas, apesar da escassez de suprimentos e equipamentos.


Apesar de sua situação, Sánchez permaneceu relativamente positiva: ela cantou para o jornalista Germán Santa María Barragán que trabalhava no local como voluntário, pediu por comida e bebeu refrigerante, e concordou em ser entrevistada. Às vezes, ela ficava com medo e começava a orar e chorar. Na terceira noite ela começou a ter alucinações dizendo que não deveria se atrasar para a escola, e citou um exame de matemática. Perto do fim de sua vida, os olhos de Sánchez avermelharam, sua face inchou e sua mão clareou. Em um ponto ela pediu ao povo para deixá-la para que pudessem descansar.


















Horas mais tarde, os trabalhadores retornaram com uma bomba e tentaram salvá-la, mas suas pernas estavam dobradas sob o concreto como se ela estivesse ajoelhada, e era impossível libertá-la sem cortar suas pernas. Sem o equipamento cirúrgico para salvá-la dos efeitos de uma amputação, os médicos presentes concordaram que seria mais humano deixá-la morrer. Ao todo, Sánchez sofreu por quase três noites (aproximadamente 60 horas), antes de morrer por volta das 10:00 em 16 de novembro.

Seu irmão e sua mãe sobreviveram ao lahar, porém seu pai faleceu. Sua mãe expressou seus sentimentos sobre a morte de Omayra: "É horrível, mas temos que pensar nos vivos. Vou viver para meu filho, que perdeu apenas um dedo."


Esse é um caso que comoveu e comove o mundo, e revolta muitos, pois Omayra passou três dias sofrendo, não tenho conhecimentos detalhados sobre o caso, mas em minha concepção era possível tê-la salvado.